Passamos tempo o bastante no trabalho para poder criar vínculos. Passamos tempo o bastante para nos apegar a costumes - alimentares ou de linguagem. Algumas pessoas passam tempo demais com o intuito de poder construir seu lar lá fora, adquirir bens ou dar conforto. Outras pessoas, o lar está tão distante que acaba fazendo de seu trabalho um segundo lar (pessoas que vieram do interior para a capital, por exemplo).
Acabamos incorporando a empresa mesmo fora dela em algumas vezes. Será que isso é errado? Me responda você! Eu não achei nada de errado ainda. Apenas considero um ponto positivo.
O Ponto positivo: Acredito que só defendemos o que é bom para nós ou do qual nos sintamos parte integrante. Nossa familia, nossa turma ou nossa equipe de trabalho.
Quando nos sentimos recompensados moralmente ou finaceiramente, defendemos essa empresa, pois conhecemos os processos que estão envolvidos por trás daquele defeito que ainda não pode ser solucionado.
(obs.: Nem tudo tem uma solução que agrade a todos sem que alguém saia perdendo, por isso que algumas empresas ainda permanecem com seus pequenos defeitos até que a tecnologia alcance tamanha evolução ou alguém tenha uma idéia brilhante).
Surreal, Não! Realidade pura: Devemos nos preocupar com o próximo no trabalho. O próximo a ocupar nosso cargo, o próximo a vir a nossa sala de trabalho, o próximo chefe, o próximo cliente. Conseguiu fixar, né! Nós podemos ser os próximos. O próximo chefe ou o próximo a ser demitido, o próximo a entrar na sala do colega, o próximo a ocupar o cargo em que alguém passou por muitas dificuldades e conseguiu facilitar os processos para o próximo. Nunca se sabe a próxima coisa a acontecer, não é?
Tudo isso pode te parecer puritano ou conto de fadas. Só não esqueça que até nos Contos de Fadas alguém fez a diferença para que tivesse esse final feliz.
Os personagens estão todos lá (na sua empresa ou casa) também. A Madrasta e seu ajudante influenciável, o pai falecido (esse é algumas vezes aquele dono da empresa que cumprimenta todo mundo e é super simpático, mas ele está correto, pois contratou seu chefe e você para fazer o trabalho que ele não necessita se submeter), o principe e a princesa também e pode ser você. Para estar no papel dos bonzinhos, precisa ser correto e aldaz. Pode ser no Tico e Teco ou até no Rapunzel, pode tentar ser uma Pocarontas. Os desenhos da Disney sabem seu objetivo e o seguem. Nós também. Por isso que vende e dá certo.
A dica da Mestre: Semana passada ainda uma professora minha ainda disse que: no mínimo devemos fazer a nossa parte até onde nossos braços alcançam.
Do que me Diz respeito, acredito nessa idéia da professora, posso dizer que isso se aplica amplamente na vida conjugal, familiar, profissional e social. Somos parte da sociedade! Para os que ainda não se deram conta, mas me orgulho de muitos feitos que não fiz parte e um dia pensei. Alguém teve a força de acreditar e agir, não ficou parado. Alguém soube ser normal e não comum.
Acabamos incorporando a empresa mesmo fora dela em algumas vezes. Será que isso é errado? Me responda você! Eu não achei nada de errado ainda. Apenas considero um ponto positivo.
O Ponto positivo: Acredito que só defendemos o que é bom para nós ou do qual nos sintamos parte integrante. Nossa familia, nossa turma ou nossa equipe de trabalho.
Quando nos sentimos recompensados moralmente ou finaceiramente, defendemos essa empresa, pois conhecemos os processos que estão envolvidos por trás daquele defeito que ainda não pode ser solucionado.
(obs.: Nem tudo tem uma solução que agrade a todos sem que alguém saia perdendo, por isso que algumas empresas ainda permanecem com seus pequenos defeitos até que a tecnologia alcance tamanha evolução ou alguém tenha uma idéia brilhante).
Surreal, Não! Realidade pura: Devemos nos preocupar com o próximo no trabalho. O próximo a ocupar nosso cargo, o próximo a vir a nossa sala de trabalho, o próximo chefe, o próximo cliente. Conseguiu fixar, né! Nós podemos ser os próximos. O próximo chefe ou o próximo a ser demitido, o próximo a entrar na sala do colega, o próximo a ocupar o cargo em que alguém passou por muitas dificuldades e conseguiu facilitar os processos para o próximo. Nunca se sabe a próxima coisa a acontecer, não é?
Tudo isso pode te parecer puritano ou conto de fadas. Só não esqueça que até nos Contos de Fadas alguém fez a diferença para que tivesse esse final feliz.
Os personagens estão todos lá (na sua empresa ou casa) também. A Madrasta e seu ajudante influenciável, o pai falecido (esse é algumas vezes aquele dono da empresa que cumprimenta todo mundo e é super simpático, mas ele está correto, pois contratou seu chefe e você para fazer o trabalho que ele não necessita se submeter), o principe e a princesa também e pode ser você. Para estar no papel dos bonzinhos, precisa ser correto e aldaz. Pode ser no Tico e Teco ou até no Rapunzel, pode tentar ser uma Pocarontas. Os desenhos da Disney sabem seu objetivo e o seguem. Nós também. Por isso que vende e dá certo.
A dica da Mestre: Semana passada ainda uma professora minha ainda disse que: no mínimo devemos fazer a nossa parte até onde nossos braços alcançam.
Do que me Diz respeito, acredito nessa idéia da professora, posso dizer que isso se aplica amplamente na vida conjugal, familiar, profissional e social. Somos parte da sociedade! Para os que ainda não se deram conta, mas me orgulho de muitos feitos que não fiz parte e um dia pensei. Alguém teve a força de acreditar e agir, não ficou parado. Alguém soube ser normal e não comum.
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