segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Estagiário com experiência

Seguidamente tenho percebido nas vagas de estágio o seguinte pré-requisito: "ter vivências anteriores em (ramo de atuação respectivo)". Obviamente que ter uma estagiário com experiência é uma grande facilidade para o treinador/supervisor, mas este não é o objetivo do estágio. Pelo menos até onde compreendo a palavra estágio.
O estágio é um período de aprendizado ou um probatório dentro das funções correspondentes a cada tipo de curso. Nesta compreenção, um estagiário pode escolher permanecer neste empresa, mas ele estará lá para, de inicio, aprender como funciona sua profissão e adquirir a prática. 
É claro que a empresa quer buscar o perfil que mais se encaixa com as políticas internas e externas da instituição, mas esse material prático por parte do candidato pode ser fornecido e quem sabe montado de acordo com as necessidades e exigências da empresa. 

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Será que vai dar certo? Os Tablets em entrevistas de seleção

Em meio as questões ambientais que enfrentamos mundialmente e de acordo com as tecnologias disponíveis no mercado, me parece uma boa ideia as empresas começarem a consultar os currículos - fazendo as devidas anotações - em tablets ou acessórios tecnológicos semelhantes. 
Comummente os entrevistadores necessitam de anotações rápidas, mas essa questão poderia facilmente ser resolvida com algum software que disponibilizasse alguns itens em menu onde se pudesse selecionar subitens com classificações e observações usuais da empresa para alguns cargos. De acordo com esta alternativa, restariam poucas coisas a serem escritas - ou descritas - no teclado virtual. 
Apenas um palpite ou uma ideia a ser vista!
 

domingo, 9 de outubro de 2011

Empresa própria não é "Hobbie"

Quando alguém abre uma empresa, ou seja, adquiri seu próprio negócio, tem que manter a ordem para que esta se encaminhe para o sucesso. Ter planos e metas bem resolvidos, é indispensável para que o empresário tenha sucesso na gestão do seu negócio.
Muitos empresarios classificam sua empresa como filho e no sentido de cuidado está muito certa esta associação desde que esse empresário entenda das necessidades que uma criança tem. Tem que ter horários bem definidos e uma rotina organizada, onde devem ser bem escolhidas as suas visitas e suas vivências, bem como suas companhias. 
Assim como não podemos levar em conta as opiniões desqualificadas na criação de um herdeiro, devemos então buscar opiniões especializadas dentro das atividades administrativas. E, assim como filho não é hobbie, seus negócios estarão esperando por suas decisões e medidas, sua energia de gestão.

Observação Importante:
Esta comparação do negócio com filhos e hobbie surgiu de uma conversa pessoal ligada a gestão, não por uma filosofia particular onde se misture estes assuntos. Ainda que nosso trabalho possa ser um hobbie no sentido de gostarmos do que fazemos e não de desvalorizarmos sua disciplina. 

Ainda que não tenhamos um negócio, devemos compreender de que forma ele deve ou é levado por seu proprietário ou gestor. Este fator nos eleva o conceito da organização e nos faz respeitar a competência de nossos gestores.



sexta-feira, 30 de setembro de 2011

O Vento que nos sopra

Quando ingressamos em um curso qualquer depositamos muitas de nossas esperanças em uma história mágica onde visualizamos nosso sucesso. De forma alguma essa idéia é equivocada ou negativa, justamente ela é indispensável de ser mantida para que possamos manter nossa motivação para realizá-la. Nos vemos bem sucedidos em nossa carreira e essa é a chama que nos nutre para querermos nos desenvolver cada vez mais dentro de uma experiência profissional. A "fome" que possuímos de aprender e de sentir competência, é a força impulsora para acreditamos nas oportunidades que temos (que surgem).
Esta semana, na instituição em que estudo, tive a oportunidade de assistir a uma palestra com um profissional de Coach que veio nos mostrar as características de cada geração dentro do trabalho e como funciona o comportamento destes nas relações profissionais. O resultado desta palestra foi a conclusão de que o mercado de trabalho se encontra em um agradável tempero de gerações. Saí desta experiência acreditando que essa mistura de gerações na área de trabalho faz uma receita homogênea e de sabor refinado.
Dentro das relações de trabalho e dentro das instituições em geral, devemos manter uma característica mais receptiva sempre - o orgulho não coexiste com o crescimento profissional na maior parte das vezes -, pois está contido neste tipo de relação o embasamento para um crescimento profissional que "não tem preço". Esta experiência, crescer profissionalmente de forma gratuita, ou seja, com as críticas e feedbacks de nossos colegas (por exemplo, avaliação 360 graus) é a forma mais rica que podemos experimentar de amadurecimento.
Não é do indivíduo gostar de ser criticado, mas possivelmente ninguém queira ouvir sobre sí uma queixa pela segunda vez ou por boatos - uma elogio já é outra história (todos amamos). Em busca de um elogio, justamente do mesmo colega ou chefe que nos fez uma crítica que não nos agradou, é que temos que manter a humildade no ambiente profissional. Aliás, que maravilha receber um elogio onde você sente que foi fruto de seu esforço e empenho no trabalho, sinal que manteve ainda uma boa imagem com seus colegas ou gestores.
Da energia que está depositada em nossos objetivos, metas e sonhos é que aprendemos a compreender de que forma nossas experiências profissionais nos fazem realizar apartir do crescimento entre os colegas. Assim que o vem sopra a nosso favor, quando não fazemos tempestades desnecessárias. Sopra para todos os lugares onde merecermos estar. Nossas profissões devem ser movidas por nossas paixões.