terça-feira, 29 de março de 2011

Etiqueta: Recrutar, Selecionar e Treinar

Estar na posição de selecionador, e não na de entrevistado, parece favorável e mais fácil. Passar as informações pertinentes a função também dá a imagem errônea de que tudo sai bem e que esta pessoa está hierarquicamente superior. Para alguns parece muito fácil, mas estar na pele de alguém que é incumbido de efetuar a tarefa, é um enorme responsabilidade.
Durante a entrevista e treinamento, o instrutor ou selecionador, tem a missão de dar exemplo da instituição. Deve portar-se bem e ter etiqueta, ser educado e cordial, transparecer a postura que representa. Portanto, a tarefa que parecia ser tão simples de ser realizada, se torna sinônimo de formação e planejamento. Isso quer dizer que o analisador será analisado. Uma via de mão dupla.
Cito isso em nome do comprometimento que se faz a seleção, pois o profissional terá de cumprir com a postura que pretende absorver para seus taletos, escolher os novos colaboradores de acordo com a visão da organização avistando o futuro. Ou seja, o profissional não pode passar uma imagem que não condiz com as exigências durante uma entrevista.
Então se representa a realidade de um Psicologo, administrador, engenheiro, ou qualquer outro profissional que venha a realizar a admissão, durante a avaliação coletiva ou individual para a vaga. A imagem a se passar no momento, não-verbal, mas por exemplo é a seguinte: "não faça nada que eu não faria".
De mais a mais, podemos dizer que é um privilégio e um carinho ao ego, ser entrevistado por alguém que transmite uma postura educada e classe no falar ou portar.

E, mais:
  • Não atender celular durante a entrevista do candidato - Assim o candidato sentirá que sua avaliação é de menor importância e perderá a motivação de estar ingressando na empresa. Poderá, com isso, sentir mais nervosismo que o normal por ter tido essa interrupção;
  • Seja cordial e educado - As palavras: por favor, bom dia, boa tarde, pois não, com licença e outras, que denotam trato rebuscado, são excelentes ferramentas do dia-a-dia que devem ser usadas na rotina como um todo. O candidato sentirá que foi valorizado e se orgulhará de ser avaliado por este profissional - e, por que não dizer, ser humano;
  • Faça cumprir a pontualidade - ser pontual é sinal de responsabilidade com as pessoas e com nossas tarefas, principalmente, responsável pela instituição e na instituição. Ter rigor no horário demonstra a preocupação que a organização tem com seus funcionários. É sinal que ele não terá frustrações quanto ao cumprimento das demais atividades. Para quem está chegando, isso quer dizer que os departamentos cumprem suas predisposições e que o rh valoriza cada indivíduo empregado, sem importar o cargo;
  • Ergonomia - além de fundamental para a saúde do individuo em qualquer que seja o contexto, transmite uma aparência segura e mantem segurança. Este é um item que será avaliado no candidato e deve ser exemplificado pelo entrevistador.
  • Vestir-se bem - este é um dos principais itens que serão avaliados pelo entrevistador e ele, claro, deve dar exemplo. Cuidar com decotes, roupas justas ou curtas. Cada um tem seu estilo, mas dentro da empresa é parte da corporação ainda com estilo próprio. Sempre lembrando que vestir-se bem não é gastar tudo que tem, pois a marca não é garantia segura.
  • Tenha abertura e não seja indiferente - o candidato deve ser visto como "o indivíduo" que, muitas vezes, está ansioso por uma oportunidade de poder mostrar seu potencial, mas não é perfeito. Este, poderá chegar muito ansioso a sua frente, a ponto de não conseguir falar ou parar de falar. Trate-o como gostaria de ser tratado. Use de empatia.

O Recursos Humanos é o termômetro da instituição muitas vezes, mas nenhum setor é mais importante que outro. A empresa é uma grande equipe e deve permanecer em constante aprendizado. Este ponto diz respeito a cada um, pode começar por você ou pode ter começado pelo colega do lado - neste caso, acompanhe-o.




segunda-feira, 28 de março de 2011

Nossa Imagem na Balança

Há quem diga que nosso espelho é o melhor feedback que podemos ter. Lá está todas as nossas fraquezas e pontos fortes. Lá estamos nós mesmos. Não tem o que possamos esconder de nós mesmos.
Por isso, devemos seguidamente, por em cheque nossa imagem. Este é um bem que fazemos por auto-crítica e para perceber os acontecimentos antes dos outros, por exemplo.
Estas são algumas questões de levantar:
  • Me visto de acordo com meu cargo e com a imagem que pretendo passar?
  • Me sinto bem com meu estado físico?
  • Me cuido quanto acho que deve ser necessário?
  • Me vejo de acordo com meu cargo, em termos de postura e liderança?
  • Me percebo satisfeito com minhas conquistas?
Seguidamente temos que nos fazer perguntas, pois sempre tem um pouquinho mais que podemos fazer por nós mesmos e para as nossas realizações. Um curso que queriamos a algum tempo e deixamos para trás ou esquecido pelo cotidiano.
Vamos por uns 5's no Marketing Pessoal.

Netiqueta: Cópia oculta

Ao encaminhar e-mail para muitas pessoas, se faz necessário saber fazer uso desta ferramenta que se chama "Cco". Esta opção faz com que as demais pessoas que você encaminhou o e-mail, não sejam expostas e não apareçam também para as pessoas que o seu e-mail for "encaminhado". Outro ponto desta ferramenta, é não encaminhar um e-mail com muitos nomes antes da mensagem propriamente dita, o que é desagradável muitas vezes para quem o recebe.
Expondo o nome de seus conhecidos, você pode estar expondo também a privacidade deles para os curiosos de plantão. Ser curioso não é ruim, ao contrário, é ótimo. Expor seus amigos, conhecidos, familiares e colegas é que não parece muito legal.
Fique antenado nisto sempre: Expor!

sexta-feira, 25 de março de 2011

Ter a facilidade de Facilitar

Abrindo um espaço para trocas no ambiente de trabalho:
Em leitura a um pequeno trecho do livro de Paulo Freire, Pedagogia da Autonomia, onde ele faz referências ao ser humano como um ser inacabado e inconcluso, onde cada um sabe o que cabe a sí e o tamanho do seu inacabamento, percebemos que, o que nos compete vai muito além da relação meramente profissional. O espaço profissional, de modo algum deve ser uma roda de conversas paralelas banais, mas sim, um elo de trocas de experiêmcia e crescimento profissional mútuo - se for cultural, ainda melhor.
O olhar inconcluso que Paulo refere sobre a espécie humana gira em torno do crescimento do poder crítico e a busca, que ele refere como "a marcha" em sua última entrevista em abrir de 1997. Pregando, de forma positiva, a desacomodação.
Apartir do momento em que nos abrimos para novas idéias e ideais, fortalecendo a aprendizado da equipe e desmotivando atitudes individualista no âmbito do trabalho no cotidianos, abrimos portas "sem preço" para novos conteúdos e nos valorizamos enquanto pessoa. Ou seja, os profissionais que tem a oportunidade de degustar desse espaço, estarão mais envolvidos com a equipe e com os objetivos da empresa.
Este "espaço" anteriormente mencionado refere-se a oportunidade diária de abertura mútua dos colegas de trabalho em facilitar e mostrar-se disponível a novas experiencias, bem como, abertos a ensinar. Em aceitar a rotina de enriquecimento intelectual através da instrução aos seus "vizinhos organizacionais".

Uso a expressão Vizinho organizacional em oposição irônica a idéia que relato, pois alguns profissionais, ainda que sejam sociaveis, não despertaram a criar relações profissionalmente positivas e sólidas. Por exemplo, temos alguns vizinhos os quais conhecemos de vista e cumprimentamos todos os dias e cordialmente, mas não nos preocupamos em dividir com estes, conteúdos culturalmente úteis. Não tem importância o inicio. Acredito que seja saldável falar do tempo (clima) e de um show ou espetáculo para iniciar, e depois nos resta o poder de manter em um nível aceitávelmente social.

Nossos colegas de trabalho são assim - ainda que acabemos encontrando amizades duradouras exporadicamente - são como vizinhos de condomínio com quem mantemos relações sociais sem confiar detalhes íntimos, mas mantendo a nível de relacionamento sadio o bastante para, até em uma "conversa de condomínio", ter ganhos e trocas de experiências de vida além de institucionais.

Hão pessoas que possuem a facilidade de facilitar, ou seja, percebem que o convivio do grupo é um ambiente de participação e não de divisão de tarefas apenas. Aceitando que ninguém é igual e valorizando os diferentes dons individuais como um conjunto de peças de um tesouro.

Aprender sempre, em qualquer lugar, atuando em qualquer cargo, experenciando diariamente.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Look Prossional: Sugestão entrevista


A Personagem de Passione, novela passada no canal da Globo, a Diana, possui em seus looks uma ótima sugestão para entrevista. Durante a novela mesmo, ela já presentava uns looks mais românticos, mas este, tem um visual mais propício para entrevista.
O Jeans, dependendo da empresa, é uma ótima opção, principalmente se combinado com uma blusa ou camisa em cor mais neutra. Os acessórios tem que ser bem discretos e a maquigem também. Assim como no ambiente de trabalho.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Trabalho Voluntário e Trabalho

Trabalhamos com o objetivo de pagar nossas contas e custear lazeres. Ter o que comer, ter o que vestir, ter onde morar. Porém, algumas pessoas, sentem falta de um plus. De poder fazer algo a alguém que não tenha preço, que seja por boa vontade.
Neste domingo a noite, no primeiro episódio da Série de Reportagens "Primeiro Emprego" no Fantástico, foi dada a dica de buscar trabalho voluntário a quem não consegue emprego para que assim não fique parado e passe a idéia de que tem força de trabalho a oferecer. Adorei esta intervensão ainda que utilizada para benefício próprio, pois imagino que cada pequena coisa que se faça por alguém, tem sua utilidade e bondade. Ou seja, mesmo que estes candidatos esteja parados e se vinculem a algum projeto com o objetivo de enriquecer seu currículo, em termos de sociedade, isso já fez valer o tempo em que não lhe foram dadas oportunidades. Acredito que não perderão esse vinculo com a "caridade" facilmente e encaixaram na sua semana algumas horas ainda para continuar suas benfeitorias.
Não importa religião ou filosofia a ser seguida, em todos os cantos e lugares se vê pregar o bem, o próximo. Aumentar nossos braços e alcaçar o que estava além. Fazer a nossa parte pelo individuo que está necessitado. Percebo que alguns religiosos passam a idéia de que colheremos amanhã, mas deviamos fazer apenas por nós e não no aguardo de recompensas. Fazer o bem sem ver a quem.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Deixando a semente germinar - Lingua portuguesa

Durante minhas pesquisas acadêmicas tenho vestudado bastante alguns métodos de aprendizado e atualmente estou envolvida com o conhecimento de Paulo Freire, um célebre brasileiro que voltou seu olhar para a alfabetização de jovens e adultos desde os anos 60 até sua morte em 1997.
Alguns aspectos desta pesquisa me fez viajar pelos mares da filosofia evolutiva cultural do nosso país e até do indivíduo, visto que a prática da leitura é o que faz com que nunca esqueçamos do que aprendemos lá na infância e acabemos nos aperfeiçoando no vocabulário. Essa idéia acaba por ter sua comprovação, embora pequena e simbólica, de acordo com um comentário que escutei na parada de ônibus da faculdade, que foi o seguinte: "...o professor qual realmente tem uma linguagem acadêmica enquanto alguns dos demais se utilizam de palavras como 'agente' e outras". Esse comentário trás consigo a característica do universitário mais crítico e exigente, o que é ótimo ao meu ver e só me faz ter orgulho de estar em meio a pessoas culturamente envolvidas nesta excelencia de ensino que eu acredito também.
Obviamente, é muito mais agradável aos ouvidos ter uma conversa, ou mesmo, degustar (ouvir) uma pessoa que tem essa preocupação ou até o hábito de falar o português com todos os seus "arabesco" e de forma rebuscada.
Seria bom se os costumes tivessem esse retorno também como a moda, de fazer voltar esse costume de falar bem e se fazer valorizar pelo verso de uma conversa - boa e rica conversa.

No que diz respeito ao RH, evidente que está ligado a preocupação em saber fazer-se entender e enfeitar-se com a "jóia" que é o conhecimento vocabulário durante uma entrevista ou período de trabalho.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Uma forcinha de estimação!

Será que um Focinho úmido auxilia no favorecimento da satisfação profissional?
Esse amor incondicional dado pelos pets aos seus donos, acredito eu, venha a enriquecer os fatores fortalecedores da motivação dentro do trabalho. O afeto e prazer proporcionado pelo carinho empregado aos donos, vem a mostrar que tudo vale a pena.
Em casa é o momento de se queixar e pensar na vida, no tudo, sentir-se completo e afagado. Amenizar as preocupações e esquecer das decepções. Renovar-se para o novo dia e isso fica ainda melhor quando um serzinho peludo mostra a satisfação em te ter mais uma vez devolta a casa.
Você também acredita que os animais, além de ótimos terapêuticos são auxilio na satisfação profissional, nos mostrando que aquele dia foi melhor que parecia ter sido?

Alguns estudos americanos vem dizendo que a convivência com nossos bichinhos de estimação, aliviam o estress desde dar um carinho a leva-los para dar uma voltinha.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Feng Shui no trabalho

Além de aplicar os 5´s no trabalho também se faz necessário organizar, muitas vezes, a mesa de trabalho de forma harmônica para que venha a contribuir com a fluidez das atividades e dos processos mentais durante a execução dos projetos realizados.
  • O lugar ideal para o computador é o centro da mesa, independente do seu formato, pois esse é canto da carreira e nada melhor do que a sua principal ferramenta de trabalho nesse local.
  • O canto central superior simboliza o sucesso e o reconhecimento.Coloque um objeto vermelho sobre o computador ou uma luminária atrás dele.
  • Do lado direito fica o canto dos relacionamentos, por isso coloque um belo porta-retrato com a foto do casal ou coloque dois objetos que formem um par.
  • Em seguida coloque o telefone também do lado direito para atrair clientes.
  • Na sequência, coloque um objeto de metal ou multicolorido para inspirar a criatividade.
  • A prosperidade fica do lado esquerdo da mesa e essa é a energia do dinheiro. Para ativá-la coloque um cristal multifacetado e os projetos em andamento.
  • No canto esquerdo central fica o canto da família, ótimo local para uma planta ou vaso com flores.
  • Na sequência, fica o canto da sabedoria, lugar ideal para livros sobre a sua carreira.
  • Evite objetos cortantes como tesouras e abridor de cartas sobre a mesa, pois eles cortam as energias. Também evite colocar a lixeira no canto esquerdo, que é justamente a prosperidade.
Fonte site:
http://www.personare.com.br/revista/carreira-e-financas/materia/129/feng-shui-na-mesa-de-trabalho

O Plus:
Para quem ainda não conhece os "5´s" ainda e possui esse interesse, o Sebrae tem cursos EAD de qualidade e 5's além de outros quem vem a contribuir dentro da empresa ou crescimento pessoal. Sempre lembrando que a qualidade começa pela nossa casa.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Última experiência: Entrevista Coletiva

Mesmo dentro de uma entrevista coletiva se forma o grupo. O mais líder, o mais observador, o mais preocupado com o conforto dos demais, o mais falante, o mais questionador e o mais tudo. Hoje, em entrevista coletiva, dentro de uma grande empresa, pudemos - eu e um colega - obsevar como agente teme cometer gafes que vemos outros cometerem durante a entrevista por puro nervosismo.
Durante a entrevista de hoje, onde as entrevistadoras - duas psicologas e duas administradoras - nos deixaram super à vontade em um ambiente "super" agradável onde reinou a amizade e o espírito de equipe entre as quatro, pudemos adquirir uma experiência impagável. Percebemos o que cada um estava buscando alí e onde se encontram as maiores prioridades de quem busca experiência na área de graduação (no nosso caso, de psicologia).
Eramos 8 pessoas super interessadas na vaga, mas cada um com sua característica mais marcante. Um dos entrevistados tinha tanta experiência que quase deixou contrangida a entrevistadora que seria a sua supervisora, outra sabia muito mas estava tão ansiosa que não conseguia dominar suas emoções - acabou não entendendo a dinâmica e ninguém está livre disto dentro de o nervosismo de uma entrevista - eu não tenho experiência na área, ainda que segura do que queria e meu colega sem experiência nenhuma, constrangido por não ter referencias a oferecer.
Ao sair, só havia uma coisa a fazer, rir muito. Não dos colegas que estavam lá, mas das situações que acabam sendo criadas para nós muitas vezes.
Sem que pudessemos perceber, nos sentimos aliviados por não termos nos sentido tão nervosos quanto imaginavamos que estaríamos. E, para lavar a alma, saimos em meio a chuva - um pé d'agua.

Na hora que tudo acaba nos questionamos se a roupa teve influencia, se o nervosismo nos prejudicou ou se nem deixamos transparecer. O importante é ser "você", transparecer a nossa real essencia. Preferível sermos contratados pelo que somos, que por uma ilusão que possamos passar. Pela real competencia.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Relações que nos são "Familiares"

Passamos tempo o bastante no trabalho para poder criar vínculos. Passamos tempo o bastante para nos apegar a costumes - alimentares ou de linguagem. Algumas pessoas passam tempo demais com o intuito de poder construir seu lar lá fora, adquirir bens ou dar conforto. Outras pessoas, o lar está tão distante que acaba fazendo de seu trabalho um segundo lar (pessoas que vieram do interior para a capital, por exemplo).
Acabamos incorporando a empresa mesmo fora dela em algumas vezes. Será que isso é errado? Me responda você! Eu não achei nada de errado ainda. Apenas considero um ponto positivo.

O Ponto positivo: Acredito que só defendemos o que é bom para nós ou do qual nos sintamos parte integrante. Nossa familia, nossa turma ou nossa equipe de trabalho.
Quando nos sentimos recompensados moralmente ou finaceiramente, defendemos essa empresa, pois conhecemos os processos que estão envolvidos por trás daquele defeito que ainda não pode ser solucionado.
(obs.: Nem tudo tem uma solução que agrade a todos sem que alguém saia perdendo, por isso que algumas empresas ainda permanecem com seus pequenos defeitos até que a tecnologia alcance tamanha evolução ou alguém tenha uma idéia brilhante).

Surreal, Não! Realidade pura: Devemos nos preocupar com o próximo no trabalho. O próximo a ocupar nosso cargo, o próximo a vir a nossa sala de trabalho, o próximo chefe, o próximo cliente. Conseguiu fixar, né! Nós podemos ser os próximos. O próximo chefe ou o próximo a ser demitido, o próximo a entrar na sala do colega, o próximo a ocupar o cargo em que alguém passou por muitas dificuldades e conseguiu facilitar os processos para o próximo. Nunca se sabe a próxima coisa a acontecer, não é?
Tudo isso pode te parecer puritano ou conto de fadas. Só não esqueça que até nos Contos de Fadas alguém fez a diferença para que tivesse esse final feliz.
Os personagens estão todos lá (na sua empresa ou casa) também. A Madrasta e seu ajudante influenciável, o pai falecido (esse é algumas vezes aquele dono da empresa que cumprimenta todo mundo e é super simpático, mas ele está correto, pois contratou seu chefe e você para fazer o trabalho que ele não necessita se submeter), o principe e a princesa também e pode ser você. Para estar no papel dos bonzinhos, precisa ser correto e aldaz. Pode ser no Tico e Teco ou até no Rapunzel, pode tentar ser uma Pocarontas. Os desenhos da Disney sabem seu objetivo e o seguem. Nós também. Por isso que vende e dá certo.


A dica da Mestre: Semana passada ainda uma professora minha ainda disse que: no mínimo devemos fazer a nossa parte até onde nossos braços alcançam.
Do que me Diz respeito, acredito nessa idéia da professora, posso dizer que isso se aplica amplamente na vida conjugal, familiar, profissional e social. Somos parte da sociedade! Para os que ainda não se deram conta, mas me orgulho de muitos feitos que não fiz parte e um dia pensei. Alguém teve a força de acreditar e agir, não ficou parado. Alguém soube ser normal e não comum.