quinta-feira, 17 de março de 2011

Deixando a semente germinar - Lingua portuguesa

Durante minhas pesquisas acadêmicas tenho vestudado bastante alguns métodos de aprendizado e atualmente estou envolvida com o conhecimento de Paulo Freire, um célebre brasileiro que voltou seu olhar para a alfabetização de jovens e adultos desde os anos 60 até sua morte em 1997.
Alguns aspectos desta pesquisa me fez viajar pelos mares da filosofia evolutiva cultural do nosso país e até do indivíduo, visto que a prática da leitura é o que faz com que nunca esqueçamos do que aprendemos lá na infância e acabemos nos aperfeiçoando no vocabulário. Essa idéia acaba por ter sua comprovação, embora pequena e simbólica, de acordo com um comentário que escutei na parada de ônibus da faculdade, que foi o seguinte: "...o professor qual realmente tem uma linguagem acadêmica enquanto alguns dos demais se utilizam de palavras como 'agente' e outras". Esse comentário trás consigo a característica do universitário mais crítico e exigente, o que é ótimo ao meu ver e só me faz ter orgulho de estar em meio a pessoas culturamente envolvidas nesta excelencia de ensino que eu acredito também.
Obviamente, é muito mais agradável aos ouvidos ter uma conversa, ou mesmo, degustar (ouvir) uma pessoa que tem essa preocupação ou até o hábito de falar o português com todos os seus "arabesco" e de forma rebuscada.
Seria bom se os costumes tivessem esse retorno também como a moda, de fazer voltar esse costume de falar bem e se fazer valorizar pelo verso de uma conversa - boa e rica conversa.

No que diz respeito ao RH, evidente que está ligado a preocupação em saber fazer-se entender e enfeitar-se com a "jóia" que é o conhecimento vocabulário durante uma entrevista ou período de trabalho.

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