quinta-feira, 14 de abril de 2011

Quem tem medo da Entrevista coletiva?


Como quem pergunta: "Quem tem medo do Lobo Mau?" se coloca esse título de postagem. Afinal, não é comum sentir-se seguro e tranquilo frente a julgamentos ou competições de qualquer tipo, ainda mais quando estamos entre vários candidatos - que muitas vezes tem muita experiência e potencial - e disputam uma "única" vaga. Fica inevitável usar o lúdico para exemplificar a sensação do candidato algumas vezes, sem mesmo ter a influência do entrevistador - nem chegou a vez do candidato e ele já está temendo.
É impossível evitar esse tipo de preconceito quando faz, justamente, parte da avaliação. A empresa e o entrevistador querem saber isso mesmo de você ou de qualquer outro candidato. Querem saber como se porta quando tem que ter iniciativa e postura de acordo com a função, e se tem o perfil que falta a equipe em questão. Ou seja, não existe uma resposta padrão certa nestes casos.
A solução é fácil e padrão: Construa uma "Casa de Tijolos" investindo em seu marketing pessoal e fortalecendo os aspectos que parecem estar prejudicando seu desempenho. Seja humilde neste sentido.

Perceba como uma imagem vale por mil palavras!


Meu case: Fiz muitas entrevistas antes de ser selecionada para uma vaga de estágio. Hoje vejo que nada foi em vão e que acabei adquirindo uma experiência diferenciada. Percebí que não temos como mascarar o que realmente somos ou estamos sentindo. Os testes são muito inteligentes e nestes momentos de avaliação acabamos sendo transparentes. O que me ajudou foi um curso que fiz online mesmo sobre "Marketing Pessoal" onde aprendí etiqueta e excelência, em que a idéia central era fazer uma auto-analise pessoal.
Tudo muda com uma simples modificação no visual e assim na auto-estima muitas vezes. Devemos valorizar nossas experiências.

A pergunta central é: Eu gostaria de ter um estagiário com eu? 

Esta resposta lhe ajudará a modificar a essência desta problemática. Melhorar sua aparência e construir competência de dentro para fora.




quinta-feira, 7 de abril de 2011

Aula Magna do IBGEN: Um presente para quem sabe usar

A Faculdade ofereceu uma Aula Magna para os cursos neste semestre. A Aula que seria inaugural do curso de direito, teve uma dimensão muito maior para quem soube ter ouvidos afiados.
Nas falas do presidente da OAB e do Zambiasi, algo que era ímpar e coringa: "devemos saber votar! Devemos acabar com as diferenças! Não precisamos de um papel para por ordem e para no dizer o que é certo!" Tocou-nos como cidadãos, como estudantes e como indivíduo social.
Porém, o presente "magno" veio por último. Um célebre desembargador, professor de filosofia, docente a 64 anos - um mimo de pessoa. Todos nós, nos apaixonamos pela pessoa do desembargador. Nos deu motivações a vida, as conquistas, a interpretar tudo como uma experiência, a buscar a vitória.
O formoso velhinho que transpirava adolescência, exemplificou vários pessoas que não se deixaram levar pelas dificuldades, pelo contrário, ainda mostraram para a dificuldade que ela não iria ser mais forte que eles.
Metafísico! O Palestrante, amável e virtuoso, se emocionou ao perceber que alí mesmo tinham frutos de sua vida docente. Alunos de direito que agora eram grandes advogados.

Devemos aproveitar as oportunidades de aprendizado que estão em todos os lugares. Ter sede de saber sem a pressa de colher. Buscar o saber sem compromisso.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Case: Nervosismo

É óbvio que o nervosismo ataca todo candidato que necessita de uma vaga. Para quem já tem emprego ou está em outra vaga, é mais fácil, não tem essa necessidade imediata. Para o mercado, este candidato não está parado, está em movimento no mercado, mas aquele que, por hora ainda não teve oportunidade de atuar em sua área, acabam temendo os selecionadores.
Durante a entrevista coletiva, quem tem mais experiências a citar acaba se destacando e termina deixando de lado aquele candidato que está cheio de vontade de poder doar sua força de trabalho. Deixando transparecer que a idéia não é força de vontade, mas "mão-de-obra semi-pronta".
Para quem está algum tempo tendo uma rotina diária de seleções e entrevistas, onde seu cotidiano está voltada para as novas oportunidades que podem vir a surgir, a preocupação em sair-se bem se torna uma angústia.

Case: Durante uma entrevista coletiva para estágios, percebeu-se uma candidata que apresentava muitas experiências, mas nenhuma voltada para a área em questão. Ao se desenrolar a dinâmica, onde os participantes teriam de expressar uma autobiografia mostrando suas principais qualidades e habilidades, esta moça começou, com expressão séria e um pouco carrancuda, a descrever como via a vida de forma sempre alegre e sorridente. Infatizou, na ocasião, como ela era a expressão da felicidade entre os amigos - séria.
Em um segundo momento, lhe foi questionado a escolha profissional acadêmica, e a menina deu uma resposta que daria um sentido dúbio, que obviamente percebeu. Neste dado instante, a graduanda começou a se explicar e começou a manifestar fisicamente seu estress.
A entrevistadora, que percebeu todo o nervosismo, começou a afirmar o lado negativo da dublicidade de sentido da resposta. Alterou o tom de voz. Modificou sua postura. Encarou-a. Virou um carrasco. Aliviou sua face e ficou serena - relaxou os músculos da face quase em um sorriso social pré-moldado.
Após este breve espaço de tempo em que tudo isso aconteceu, a entrevistadora, com voz motivadora, agradeceu a contribuição da moça nervosa e passou para a próxima.

Sobre o caso, a menina deve ser mesmo um simbolo de alegria dentro da família. Parecia uma moça educada e de bons costumes. Porém, o nervosismo acaba modificando nossas atitudes e transparecendo idéias que não são conveniêntes a situação.